pesquisa aplicada

Durante as últimas décadas, vários países desenvolvidos têm valorizado as políticas de inovação orientadas para a demanda em conexão com as de oferta, conforme já citado pelos professores Paulo N. Figueiredo e Carlos Ivan Simonsen Leal, no recente artigo “Inovação Tecnológica no Brasil: desafios e insumos para políticas públicas” publicado na RAP (Revista de Administração Pública), desenvolvido pela FGV/EBAPE@2021.

No Brasil muitas ações estão acontecendo, como alguns projetos setoriais para estimulo o desenvolvimento de inovação aplicado setor privado em parceria com o público, como a recente ação do SESI/SENAI para Indústria, esse é o caminho para o desenvolvimento.
O sul, em consonância com várias outras regiões do país, vive um momento de inúmeras parcerias de grandes empresas com startups, aceleradoras , incubadoras, universidades e órgãos de pesquisa, fruto de um investimento comum em várias camadas de governança, com políticas de estado, como o LinkLab, as verticais da ACATE , SAPIENS PARQUE e inúmeros outros em Florianópolis/SC.
Seguindo esses exemplos, as oportunidades de inovação surgem, sendo mais que urgente o investimento na gestão da inovação para uma mudança cultural dentro das empresas, para criar uma metodologia de acumulação das capacidades tecnológicas intrínsecas, para uma boa gestão da pesquisa aplicada.

“No Brasil é preciso priorizar, em primeiro lugar, o aumento da eficácia dos dispêndios existentes em pesquisa básica, transformando em pesquisa aplicada, gerando resultados concretos.”

(E.Balbachewvzky@2010)

Os frutos estão vindo!